quinta-feira, 17 de março de 2011

Inclusão Social

A reflexão que faremos essa semana é sobre um assunto que considero muito polêmico nas escolas. A questão é sobre a inclusão de alunos que necessitam de algum tipo de apoio (ajudantes em sala de aula) para garantir seu desenvolvimento escolar. Devido à dificuldade física (cego, surdo e mudo, etc.) ou mental (crianças com síndrome de daw, entre outros), professores reclamam por mais estrutura por parte das escolas e da prefeitura para trabalhar com esse tipo de aluno. Recentemente, num jornal da cidade foi publicada uma reportagem falando do despreparo das escolas e dos professores para poderem trabalhar com esses alunos que necessitam de atenção especial. Segundo a reportagem, existem atualmente nas escolas públicas do município, cerca de 900 (novecentos alunos) que precisam de algum tipo de auxílio para poder seguir estudando e, somente uma escola pública, que é realmente adaptada para esse tipo de atendimento. Diante disso, pergunto: De quem é a responsabilidade desse atendimento? É mesmo do professor? É da prefeitura? Vocês acham que esse aluno numa escola especial renderia mais? Seria realmente melhor para o desenvolvimento desse aluno especial? Você acredita que separá-lo também é uma boa opção? Esse aluno também tem o direito de conviver e estudar assim como os seus demais colegas numa sala de aula formada por “alunos comuns”?

Pensem... e vamos ao debate!!!

Abraços, Luciano

11 comentários:

  1. Acho que a responsabilidade desse atendimento é totalmente de prefeitura, pois eles deveriam é promover mais concursos para adequar professores que estao entrando na area da educação agora, promover palestras citando a importancia e tal.Acho que sim que esse aluno deveria ir para uma escola adequada, pois numa sala "normal" ele iria "atrasar" os outros alunos, apesar da convicencia ser muito importante.Mas numa escola especifica ele aprenderia muito mais, pois na verdade é isso que ele vai precisar pra seu futuro, para conseguir um emprego ele precisara de competencia.Acho que inclusao social ele vai adiquirir ao longo da vida não precisa ser na escola.
    Isabella Santos- 7ª série

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  4. Acho que separar uma pessoa do resto da turma nunca é boa coisa, pois ele se sentiria rejeitada e mal. Então, acho que a melhor coisa também não seria uma escola especial para elas, pois ela se acharia esquisita e diferente de todos. Realmente acho que a culpa e da prefeitura que não organiza nada para elas, mas e também da escola, pois mesmo sem a prefeitura, as escolas poderiam fazer um esforço para conseguir um trabalho diferenciado com elas e trata-las quase do mesmo jeito que com os outros. Quando digo QUASE, é porque ela nunca vai ser como os outros e também nunca será tratada do mesmo jeito.
    E uma coisa que penso e nunca deixei de pensar é que NINGUÉM é comum, todos são diferentes do seu modo, por isso NUNCA COMUNS.
    Lara Feitoza - 6° série

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  5. Mas como conseguir um professor que tenha a capacidade de dar aula numa mesma turma para pessoas "normais" e outras especiais sem que afete nem um dos dois lados??Sem que atrase o desenvolvimento dos "normais" e sem que prejudique os especiais???Isso não é possível, um dos dois lados acabara sendo afetado!!
    Isabella Santos -7ª série

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  6. se voce mudar um aluno de sala ele vai se sentir mal rejeitado e isso pode afetar o desenvolvimento dele mas do mesmo jeito nao podemos colocar um professor especial em uma sala com "alunos comuns" so por causa de um aluno so então acho que isso deveria ter começado desde pequeno se existissem escolas próprias para isso ele nao se sentiria rejeitado porque foi onde ele começo a estudar sem saber o porque e acho facilitaria para ambos os lados.

    Alicia Mistruzzi-7ª série

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  7. Acho que antes de culpar alguem,temos que ver a melhor opção ao deficiente.Com uma turma separada e com aprendizados no ritmo capacitado do deficiente,essas pessoas dependentes podem aprender melhor e ter uma base melhor para entrar no mercado de trabalho no seu futuro.Mas é claro que fazendo isso,temos consequências,como tirá-la do convívio social com pessoas não-deficientes,o que leva à pessoa a pensar que ela é diferente e até excluida.
    Acho que a melhor soluçao possível seria a criação de uma escola em que a pessoa poderia ter uma sala de aula especial,mas em momentos livres(recreio,ed.fisica,final da aula)ela convivería com pessoas sem deficiências e com um pouco de paciência,poderão ter uma conversa até de alto nível,deixando o deficiente,tanto com uma base escolar,tanto com um convívio quase normal.
    Lorenzo Fajardo de F. S. Detoni-7ª
    Aeee

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  8. Que isso eim Lara Feitosa,mando bem eim!??

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  9. eu acho que o aluno especial precisa estudar em uma sala diferente para ajudar no seu aprendizado,mas ao mesmo tempo,ter contato com os alunos "normais",conviver com eles,como la na escola,eu tenho muitos amigos de outras turmas

    Marina Dalcol-5ª série

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  10. luciano,volta com o blog,por favor
    Marina Dalcol 5ªsérie

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